THEME
Eu encontrei alguém melhor que você, e acredite, estou feliz.
Ele cuida de mim como você nunca cuidou, e me abraça bem forte me fazendo sentir bem. E cara, ele me entende como ninguém. Me apoia em minhas decisões, me fortalece. Ele corre atrás de mim e me dá uma mordida no pescoço me abraçando por trás, e eu mordo sua mão fazendo com que ele me vire e eu dou um beijo pra aliviar a dor de minha dentada metálica, e ele não reclama, ele ri. Ri até das minhas piadas sem graça, e ainda diz que eu podia trabalhar pro jornal, aquele da manhã na sessão das piadinhas. Ninguém acha graça, mas ele ri. E ele me faz sentir bem assim, bem do jeito dele.
Morde meu lábio e só solta quando começo a dar tapinhas nele, e ele me olha com aqueles olhos castanhos reprimidos pelo sorrisinho de lado que ele dá e eu não resisto e o beijo. Beijo como se fosse a primeira vez, ou como se fosse a última. Seu beijo tinha sabor de bala de hortelã, lábios macios que me faziam repousar profundamente naqueles beijos. E que beijos! Ele segura minhas mãos firmes e sempre pergunta se estou pronta, e antes mesmo de dizer que sim ele me pega no colo e me rodopia como se tivéssemos 9 anos de idade e nada mais importasse, só aquele momento. Todos nossos momentos ele me faz sentir deste jeito, como se fosse o primeiro, ou como se fosse o último. Tudo tão intensamente. Ele ouve Arctic Monkeys e canta Fluorescent Adolescent como se nada mais importasse e grita pra mim “Flo, where did you go?”. Ele é engraçado. E sabe? Porra, eu quero que esse amor dure. Para sempre é muito, mas que seja bom enquanto dure, esta é minha meta. E cara, assim como você, ele também me ama, mas tem uma diferença: ele me faz feliz.

Caleb and Emma, a new story without end. (via rocklessly)

Enquanto algumas palavras atingem como facadas, a ausência delas são tiros.

Até tento fugir do inferno,
mas quando vejo que estou vivendo entre pessoas percebo que a busca é utópica, não há pra onde correr. Somos todos fruto de um erro sem nem saber porque. Ninguém nunca nos disse pra onde iriamos depois… Apenas me ensinaram que é preciso viver.

A última theoria. (via aultimatheoria)
Sem saber se valeria a pena tentar, ela tentou. Sem saber se iria dar certo, ela insistiu. Sem saber o que aconteceria no final de tudo, ela lutou. Lutou com todas suas forças até o fim, e ele? Ele desistiu. Desistiu a cada falha, a cada passo em falso, a cada “adeus” que ela dava. Ele simplesmente acomodou-se, conformou-se, embora ainda sentisse o peito doer só de pensar nela, ele desistiu. Não por não ama-la mais, mas sim por puro orgulho. Ele desistiu de tudo enquanto ela insistiu até não ter jeito mais, e acabou-se. Acabou-se o respeito, a paixão, acabou-se a ternura. Só o amor que não se acabou. E mesmo se amando, o destino não favoreceu. De lá ele amargurado por perder a mulher da sua vida, e de cá ela angustiada por ter perdido um amor que valia a pena, se ele tivesse lutado só um pouco mais.

Quando falta a paixão, só o amor não resolve. (via rocklessly)
Se parar um segundo, adentrar em meu mundo esquecendo de tudo que te ensinaram, vai notar que tudo que te assustava e você criticava, é uma simples escada usada por muitos na cura do surto, por trazer um conforto e uma paz aguçada. Dando assim início ao novo percurso, com uma espiritualidade elevada.

A última theoria. (via rocklessly)